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4 anos da morte da Marielle: o que está sendo feito para combater a violência política de gênero


No dia 14 de março completou quatro anos do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e de seu motorista Anderson. Mesmo com toda a repercussão e barbaridade do caso, a justiça brasileira ainda não chegou a uma resposta conclusiva. É fato que, no Brasil, a violência política de gênero ocupa um espaço preocupante. Seja através dos discursos ou até mesmo das agressões físicas, os dados mostram que ainda há um longo caminho a ser percorrido nessa luta.


Interrupção na fala, ameaças, xingamentos e desmerecimento são algumas das atitudes que reforçam a violência política de gênero na sociedade. E os exemplos são diversos. A Deputada Estadual Isa Penna, de São Paulo, foi assediada por outro Deputado na frente dos colegas parlamentares, e essa não é uma situação isolada.


Para que essas situações possam ser combatidas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma campanha sobre o tema, além de reforçar os canais de denúncia, como o 180 (Central de Atendimento à Mulher) e o aplicativo Direitos Humanos BR.


Em Uberaba, a vereadora Rochelle Gutierrez destacou, no dia 14 de março em Sessão Plenária, a importância de se refletir sobre este triste fato na sociedade, além de reforçar sua luta diária pelo incentivo à participação feminina na política. “São quatro anos sem respostas da morte da Marielle, que é um crime de muito simbolismo e um crime que diz muito sobre a violência política de gênero”.


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